A indústria sempre nos surpreende.
No melhor dos mundos, o das idéias, estas surpresas seriam unicamente boas.
Mas, como podemos comprovar em nosso dia a dia, não vivemos neste lugar.
Sendo assim, somos bombardeados com uma vastidão de produtos e serviços cada vez menos úteis ou originais.
Vivemos rodeados de uma repetição que parece nunca acabar.
Em meio a esta imensidão de clones, nem percebemos o quanto somos contaminados.
Nossos sentidos já não entendem nem diferenças nem igualdades.
Contudo, apesar deste discurso trágico, esta coluna não almeja ser mais um imitação pretensiosa de panfletagem vazia.
A intenção é o humor.
Porque, se não conseguirmos achar graça, o que será de nós?
Coincidências industriais são clones inusitados ou transformação de utilidades que estamos aptos a notar quando usamos colírio... ou óculos escuros.



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